A V10 entra com o que faz melhor: tráfego pago e social media para gerar demanda qualificada. A IA.4Biz entra com o que faz melhor: soluções digitais com inteligência artificial para converter e reter essa demanda. Cada um na sua especialidade, dividindo cliente, comissão e crescimento. Esta proposta resume a estrutura comercial e operacional da parceria.
A lógica é simples: a IA.4Biz tem prospecção, relacionamento comercial e expertise em soluções com IA. A V10 tem operação consolidada de tráfego pago e gestão de social media. Juntos, fechamos o ciclo completo do cliente — da atração ao fechamento, da retenção ao crescimento. Sem pisar no calo um do outro.
Como rola no dia a dia: a IA.4Biz é a face do contato comercial — quem negocia, fecha e cobra direto o cliente. A V10 entrega o serviço de tráfego e social em paralelo, integrada à solução de IA. Cliente vê uma operação única; nos bastidores, duas casas trabalhando coordenadas.
A V10 cobra R$ 3.000/mês fixo pelos serviços de tráfego + social. A IA.4Biz cobra o que quiser em cima, direto do cliente. E o jogo grande vem das comissões sobre resultado — fatiadas 50/50 entre as duas casas.
O fee fixo da V10 existe pra cobrir custos operacionais — equipe, ferramentas, gestão. À medida que as comissões sobre resultado ganham volume e dão estabilidade, o fee fixo vai diminuindo. O modelo se reequilibra naturalmente, sem que ninguém aposte mais na outra casa do que na sua.
Cliente novo entrando. Comissões ainda em construção. Fee cobre a operação da V10 sem que dependa da performance do cliente.
Comissões já trazem retorno regular. Fee é reduzido proporcionalmente. As duas casas começam a ganhar mais no resultado do que no fixo.
Comissão como motor principal de receita. Fee fica simbólico (cobertura de operação). A parceria vira modelo de performance pura.
Princípio que rege a régua: a V10 não vai "apostar mais na empresa parceira do que em si mesma". Enquanto comissões não derem segurança, o fee cobre os custos. Quando der, o fee cai e o modelo vira parceria de risco compartilhado — onde quem entrega mais, ganha mais.
Enquanto o cliente estiver sendo atendido na parceria V10 × IA.4Biz, a V10 (e o Marcos individualmente) não fará abordagem comercial direta ao cliente para serviços que sejam objeto da parceria. A relação comercial pertence à IA.4Biz.
Isso é parceria de cúmplice na prática: sem zona cinzenta, sem briga futura, sem cliente "comprado nos bastidores". Tudo formalizado em contrato bilateral antes do primeiro lançamento.
Primeira empresa que a IA.4Biz traz para a parceria. Mercado de precatórios no Brasil é gigante (R$ 200+ bilhões a serem pagos pelos governos federal, estaduais e municipais), com público comprador qualificado e tickets relevantes. Cenário ideal pra modelo de comissão.
Cenário de comissão (exemplo): se a parceria entregar R$ 10 milhões em precatórios fechados em 12 meses, comissão de 1% (0,5% V10 + 0,5% IA.4Biz) representa R$ 100 mil distribuídos — R$ 50k pra cada casa. Em paralelo, a V10 segue recebendo o fee fixo enquanto a base se constrói. Esse é exatamente o tipo de cliente em que o modelo de comissão paga várias vezes o fee mensal.
Próximo passo prático: reunião conjunta V10 + IA.4Biz com a Sublime Capital pra alinhar escopo, KPIs de geração de demanda, métricas de comissão e cronograma de início. A V10 entra preparada com plano de tráfego e social específico do nicho precatórios; a IA.4Biz entra com a proposta de IA aplicada ao funil.
Os termos estão na mesa, claros e justos pras duas casas. Próximo passo é formalizar e marcar a reunião com a Sublime. Estou pronto quando você estiver.
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